Rubi, Rubim, Rubinho.

Coração de menino incrustrado na pedraria preciosa do Vale. Rubinho. Rubim. Rubi refletindo o brilho e as cores quentes de seu povo, anunciando a beleza rouge e carmim das mulheres do Jequitinhonha, exalando alegria, a moeda corrente do lugar.

Rubi, Rubim, Rubinho. O cantadô que traz em sua música tempo de pardais e quintais de que fala o poeta. O trovador cujo compromisso com suas raízes foi selado com fio de bigode, em inquebrantável fé de outrora.

Rubinho. Rubim. Rubi. A pedrinha encantada do Jequi vai rolando entre montanhas no trem brasileiro da sua história. Próxima Estação: “Forró do Vale” . Lúdico, positivo, quase religioso. De novo, tempo de quintais e pardais. Palavras boas de cantar, de falar, de sentir, de dançar, de viver. Energia pura!

Do Vale: Rubi, Rubim, Rubizinho, Rubinho!

Déa Trancoso
Cantora e jornalista

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